Sábado, depois da crucificação...

Sábado. O dia de hoje está quieto, parado. Acho que foi mais ou menos assim esse dia na vida dos discípulos no contexto da morte de Cristo, a diferença é que a paz que eu sinto hoje não é o mesmo sentimento que eles desfrutavam naquele momento. Quietos, parados, atônitos, trancados em casa, o triste fim de um ministério... Afinal, que situações terríveis eles tinham passado sexta-feira. Conviveram com o seu amado Mestre durante três anos, desfrutanto de tantas experiências miraculosas e edifiacantes. Mas, naquele dia, uma tristeza muito grande invadia seus corações. Parecia que tudo tinha desabado com a morte de Jesus na cruz, tudo aquilo em que os discípulos se apegavam, em que eles se apoiavam havia desmoronado. Diante daquele momento de grande tribulação eles esqueceram a promessa de Jesus de que a morte não seria o fim. Enquanto eles estavam desnorteados, o inferno estremecia em comemorações.
Esse sentimento muitas vezes tenta preencher nossa mente diante das situaçãoes complicadas da vida. Como é mais fácil para nós nos angustiarmos e nos isolarmos diante dos problemas. Como temos facilidade de esquecer das gloriosas promessas de Deus quando as coisas estão meio nebulosas. Meus queridos, aproveitemos o dia de hoje que o Senhor nos dá para trazermos a nossa memória aquilo que pode nos dá esperança: "as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, por que as suas misericórdias não tem fim; renovam-se a cada manhã. Grande é a tua fidelidade" (Lm 3.22-23). Não deixemos o inimigo de nossas almas se alegrar por causa da nossa falta de fé. Que aprendamos a nos regozijar no Senhor, seja qual for a situação!

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